Found refuge in the music
And in the music I found home
quinta-feira, 18 de março de 2010
segunda-feira, 15 de março de 2010
Solidão
Solidão, tu que não me deixas
Não fujas agora,
Tens medo?
De mim?!
Não receies,
Agora que me tocas-te aceita o meu abraço
Vá, dá-me a tua mão
Caminha ao meu lado
Como sempre foi tenção tua de o fazer
Agora que te aceito é que te vais embora!
Mas não, não te deixarei ir
Agora fazes parte de mim
Eu sou o que sempre quises-te que eu fosse
Não me vais deixar maldita solidão
Isso eu não permito
Agora que aqui estás
Agora que aqui te apresentas
Ficarás.
Vá abraça-me, relutante mas abraça-me.
Não fui eu que assim o quis.
Lost Poet
Não fujas agora,
Tens medo?
De mim?!
Não receies,
Agora que me tocas-te aceita o meu abraço
Vá, dá-me a tua mão
Caminha ao meu lado
Como sempre foi tenção tua de o fazer
Agora que te aceito é que te vais embora!
Mas não, não te deixarei ir
Agora fazes parte de mim
Eu sou o que sempre quises-te que eu fosse
Não me vais deixar maldita solidão
Isso eu não permito
Agora que aqui estás
Agora que aqui te apresentas
Ficarás.
Vá abraça-me, relutante mas abraça-me.
Não fui eu que assim o quis.
Lost Poet
sábado, 13 de março de 2010
Declinio
Fecho-me nas trevas do meu ser
Arquejo de dor
Enquanto me esvaio em sangue
Desejo que pare
Mas não me obedece
...
A escrita abandona-me. Até ela me deixa.
Dead Poet
Arquejo de dor
Enquanto me esvaio em sangue
Desejo que pare
Mas não me obedece
...
A escrita abandona-me. Até ela me deixa.
Dead Poet
Perda
Sentei-me ao sol por uns momentos
Logo as nuvens o encobriram
A névoa adensa-se
E a tua voz perde-se
O frio aperta
E a roupa não aquece
Caio no solo húmido
E escondo o meu rosto molhado
O frio aperta
O meu sangue gela
Não me sinto ou não me quero sentir
Dói relembrar-te
Porque te foste
Breve esperança?
Lost Poet
Logo as nuvens o encobriram
A névoa adensa-se
E a tua voz perde-se
O frio aperta
E a roupa não aquece
Caio no solo húmido
E escondo o meu rosto molhado
O frio aperta
O meu sangue gela
Não me sinto ou não me quero sentir
Dói relembrar-te
Porque te foste
Breve esperança?
Lost Poet
Queda
Fecho os olhos à medida que adormeço
O silêncio abate-se sobre mim
Não tenho vontade de me mover
A escuridão abraça-me
Enquanto eu vou caindo
Um gélido abraço no meu corpo frio
Fecho os olhos e relembro-te
Sinto a solidão que me preenche
O vazio que tu deixas-te
O meu corpo transforma-se em pedra
À medida que deixo de o sentir
Tudo escurece à minha volta
Tudo se silencia
Não há nada mais aqui
A não ser eu.
Lost Poet
O silêncio abate-se sobre mim
Não tenho vontade de me mover
A escuridão abraça-me
Enquanto eu vou caindo
Um gélido abraço no meu corpo frio
Fecho os olhos e relembro-te
Sinto a solidão que me preenche
O vazio que tu deixas-te
O meu corpo transforma-se em pedra
À medida que deixo de o sentir
Tudo escurece à minha volta
Tudo se silencia
Não há nada mais aqui
A não ser eu.
Lost Poet
sexta-feira, 12 de março de 2010
Porque
Porque?
Porque?
Porque dói assim tanto?
Sem ninguém a quem atribuir culpa
Porque sofro?
Porque dói?
Porque?
Reconheço esta dor, mas porque?
Porque dói assim tanto?
Peço, dilacerem-me o peito e retirem-me o coração!
Por favor!!!
Custa aguentar, custa-me erguer
Agarro-me ao peito sem saber porque tem que doer
Leva-me daqui para fora
Mantém-me longe deste local.
Porque aqui tudo me dói
Mas porque?
Porque?
porque?
Porque?
Porque dói assim tanto?
Sem ninguém a quem atribuir culpa
Porque sofro?
Porque dói?
Porque?
Reconheço esta dor, mas porque?
Porque dói assim tanto?
Peço, dilacerem-me o peito e retirem-me o coração!
Por favor!!!
Custa aguentar, custa-me erguer
Agarro-me ao peito sem saber porque tem que doer
Leva-me daqui para fora
Mantém-me longe deste local.
Porque aqui tudo me dói
Mas porque?
Porque?
porque?
quinta-feira, 11 de março de 2010
Bruma

Ouço a tua voz.
Onde estás tu?
Ouço o leve murmúrio
Perdido nesta bruma
Neste nevoeiro que me encobre
Não há modo do sol brilhar?
Questiono o meu ser
Enquanto ouço a tua voz.
Entendo o que dizes
Como se ao meu lado estivesses
Porém não te vejo
Onde estás?
Quero sentir-te aqui
Ao meu lado
Poder ver os lábios que por magia
Proferem estas palavras
Ve-los moverem-se, ganhando vida
Quero-te ao meu lado.
Será o meu desejo suficiente?
Suficiente para fazer o sol brilhar
E levantar esta bruma?
Bruma que me encobre
Bruma que te esconde
Onde estás?
Lost Poet
Agridoce
Hoje pensei em ti
Mas não to direi
Silenciarei esta voz
Que vocifera dentro de mim
E sem nada dizer, di-lo-ei na mesma
Palavras que ganham tão importância
Palavras que queimam no meu peito
Que me desintegram o ser.
Correm nas minhas veias como veneno
Mortificam o meu corpo e sem nada eu fazer
Me entrego.
Deito-me agora a pensar em ti
Porém não to direi
Adormece-me uma dor estranha
A tua bondade dói-me
Saber que existes alegra-me
E no entanto entristece-me
És o meu ópio
O meu vicio ao entardecer
Lost Poet
Mas não to direi
Silenciarei esta voz
Que vocifera dentro de mim
E sem nada dizer, di-lo-ei na mesma
Palavras que ganham tão importância
Palavras que queimam no meu peito
Que me desintegram o ser.
Correm nas minhas veias como veneno
Mortificam o meu corpo e sem nada eu fazer
Me entrego.
Deito-me agora a pensar em ti
Porém não to direi
Adormece-me uma dor estranha
A tua bondade dói-me
Saber que existes alegra-me
E no entanto entristece-me
És o meu ópio
O meu vicio ao entardecer
Lost Poet
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