domingo, 13 de fevereiro de 2011

Incógnito

Amargo prazer
Que me corróis a alma
E por vezes o corpo
Perturbas a minha mente
Inquietas o meu ser.

Deliciosa amargura
Que me vicias,
Penosa lembrança
Que me acorrentas.
E eu sem saber porque!

Sentimento cruel
Doce envenenado
Tormentas meu corpo, no coração
A minha alma, na minha essência
Porque me encontras tu
Em tamanha rendição?


Lost Poet

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